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Há muito se conhece os prejuízos que traz o cigarro à saúde das pessoas. Orientação e conscientização vem fazendo com que cada vez mais tabagistas decidam deixar o vício. Quando tratamos de gestação, o cigarro aparece como vilão já na fase pré concepcional, uma vez que prejudica a fertilidade do casal. Na mulher, diminui o movimento das tubas uterinas e, no homem, diminui o número de espermatozóides. Uma vez grávida, a mulher que fuma corre o risco de aborto, entrar em trabalho de parto antes dos 9 meses e ter o crescimento do bebê prejudicado, o que faz com que ele tenha baixo peso ao nascer. Importante, também, o fato de que a nicotina da gestante tabagista passa para o feto, aumentando o risco de dependência da criança.

Durante a amamentação, o uso do cigarro pela mãe pode trazer ao rescém nascido infecções respiratórias, além dos riscos do fumo passivo. Não podemos esquecer também que o melhor exemplo vem de casa. Pai e mãe fumantes colaboram para que o cigarro passe a fazer parte da rotina daquela criança que depende, a princípio, de orientação, exemplo e atenção.

Alguns tratamentos podem ser oferecidos na tentativa de colaborar com o fim da dependência e, consequentemente, contribuir para uma gestação mais saudável e com menos riscos para o feto. A orientação e prescrição médicas é fundamental para que não haja o risco do uso de medicações contra indicadas durante a gravidez, acarretando, novamente, em prejuízos para o bebê.