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A criação de uma nova mama em mulheres submetidas a tratamento cirúrgico para câncer de mama, com retirada parcial ou total do órgão, pode melhorar a autoconfiança e qualidade de vida, contribuindo para melhorar o prognóstico desta paciente.

O procedimento é individualizado de acordo com as caracteristicas do tumor e da mama a ser operada, podendo ser empregadas várias técnicas para restaurar forma, aparência e tamanho originais.

A cirurgia para reconstrução da mama pode ser realizada no mesmo ato operatorio em que o tumor é retirado, ou tardiamente, e é importante que a paciente se sinta  segura com relação ao que será realizado, porque, apesar da melhora na auto imagem, não é um procedimento isento de risco. A mama reconstruída nunca será igual à mama retirada, cicatrizes estarão visíveis e a mama não terá a mesma sensibilidade natural, além de outras complicações que podem ocorrer, como a extrusão ou infecção de próteses eventualmente colocadas.

Em abril de 2014, o Diário Oficial da União traz a determinação que obriga o SUS a realizar cirurgia plástica reparadora de mama após retirada da mesma. Todo o procedimento deve ser esclarecido às pacientes e familiares para que, junto com a equipe médica, a melhor opção seja oferecida a estas mulheres. As condicões clínicas da paciente devem ser consideradas e o bom senso de todos os envolvidos é fundamental para o sucesso da decisão.