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Doença fatal  que faz cada vez mais vítimas, o câncer de mama atinge, com maior freqüência, mulheres na pós menopausa. Exatamente por este motivo os exames de rastreamento estão voltados para pacientes nesta faixa etária, atrasando o diagnóstico da doença em mulheres jovens.

Além destas pacientes estarem fora dos programas de screening, possuem mamas mais densas, dificultando a identificação de alterações palpáveis. Ou seja, o diagnóstico acaba sendo realizado quando a doença encontra – se num estágio mais avançado, prejudicando o prognóstico destas mulheres.

Câncer de mama em mulheres com menos de 35 anos costuma ser mais agressivo, com evolução mais rápida e apresenta incidência crescente nos últimos anos. Os principais fatores de risco são: ser mulher, história familiar da doença, primeira menstruação antes dos 12 anos, última menstruação após 55 anos e obesidade.

Mamografia não deve ser realizada em pacientes jovens sem indicação médica precisa, pois emite radiação e pode trazer malefícios futuros. O exame clínico realizado pelo especialista e a ultrassonografia de mamas são aliados importantes. A ressonância nuclear magnética de mamas é exame que vem sendo cada vez mais utilizado nestes casos, mas também tem indicação para ser realizada e, pelo menos por enquanto, não deve ser solicitada de rotina.

Todas as mulheres, independente da idade, devem ficar alertas a qualquer sinal e visitar o médico regularmente.